Viver ou morrer tornou-se mero ativo estratégico
Hantavírus, ebola e HIV-Aids expõem avanço do uso geopolítico da saúde, com ajuda condicionada a interesses
Não bastasse a OMS revelar que o número de mortos pela Covid, entre 2020 e 2023, superou 22 milhões de pessoas, o triplo do que se imaginava; não bastasse saber que esta mortalidade equivale ao recuo de uma década na expectativa de vida média no planeta; não bastasse ter resistido ao discurso irresponsável dos negacionistas: os vírus voltam ao noticiário. Leia mais (05/21/2026 - 23h00)
Fonte: Folha
FONTE: https://redir.folha.com.br/redir/online/mundo/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/colunas/laura-greenhalgh/2026/05/viver-ou-morrer-tornou-se-mero-ativo-estrategico.shtml